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"Entrepreneurs need to be prepared to measure and communicate their contribution to climate change mitigation, adaptation, and resilience to key stakeholders. However, there is currently no standardization of climate impact reporting in the small business sector, leaving the burden on entrepreneurs to grow a successful business and implement the right tools to measure climate impact. Climate Collective Foundation and the Aspen Network for Development Entrepreneurs (ANDE) have published this guide to provide SGBs, impact investors, and ESOs with a consolidated list of available tools and frameworks for climate impact measurement, along with guidance on how to select best-fit resources based on their industry and impact area."

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"Empreendedores precisam estar preparados para medir e comunicar aos principais stakeholders, suas contribuições para a mitigação, adaptação e resiliência às mudanças climáticas. No entanto, atualmente não há padronização dos relatórios de impacto climático no setor de pequenas empresas, deixando o ônus de crescer um negócio bem-sucedido e implementar as ferramentas certas para medir o impacto climático para os empreendedores. A Climate Collective Foundation e a Aspen Network for Development Entrepreneurs (ANDE) publicaram este guia para fornecer a SGBs, investidores de impacto e ESOs uma lista consolidada de ferramentas e frameworks disponíveis para medição de impacto climático, com orientações sobre como selecionar os recursos mais adequados com base em seu estágio, indústria e região geográfica."

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"This Guide was developed for impact and mission-driven investors (“Investors”) operating in emerging markets to provide concrete, practical pathways for investing with a gender lens. The adoption of Gender Lens Investing strategies amongst investors in emerging markets in turn increases the amount of capital deployed towards women-led and gender inclusive businesses. Specifically, this Guide offers pathways for investment professionals, limited partners (LPs) and general partners (GPs) at impact and mission-driven Venture Capital (VC) and Private Equity (PE) firms that are investing in small and medium-sized enterprises (SMEs). Other actors that may also find the Guide useful are limited partners (LPs), asset managers, foundations, family offices and development finance institutions (DFI) that are providing capital to SMEs in emerging markets (Please see Figure 1: Who is this Guide for?). While the investor examples and data presented in the Guide originate from Investing in Women partners and countries of focus, the lessons learned apply broadly to investors operating in emerging markets.

There is no singular or linear path to investing with a gender lens, and there is no single ‘one-size-fits-all’ approach to meet the needs and theses of all investors. With that in mind, the Guide outlines various options for investing with a gender lens. We know that gender lens investing is not an “all-or-nothing” scenario. There are multiple ways to integrate progressive practices, including ways that are not resource-intensive. This Guide outlines entry points for investors at any point in their gender lens investing journey and provides various options for decisive actions that can be taken at any stage of the investment process.

There is no single prescribed starting point. Investors can customize their approach to getting started and/or to deepen their involvement. The Guide builds on – and contributes to – a rapidly growing body of knowledge shared within the fields of gender lens investing and development, and is intended to spur action and learning. Recognizing that new resources are continually emerging, this Guide delves into the “how” of gender lens investing and is designed to complement the work of our partners and colleagues cited throughout this paper."

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"Em 2019, a ANDE anunciou uma parceria empolgante com a USAID e a Visa Foundation para lançar a Iniciativa de Igualdade de Gênero da ANDE (AGEI), que visa apoiar mulheres como líderes, funcionárias e consumidoras no setor de SGB de mercados emergentes. Como um projeto piloto sob a AGEI, cada um dos oito escritórios regionais da ANDE hospedou um Laboratório para Ação em Igualdade de Gênero de 9 a 12 meses. O Laboratório para Ação da ANDE utiliza um processo de design participativo em que um grupo de stakeholders regionais, com experiência profunda e diversificada e expertise em determinado assunto, se reúne para definir problemas e, em seguida, criar e testar soluções potenciais em conjunto."

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"A Aspen Network of Development Entrepreneurs (ANDE) lançou o Fundo Avançado para o Empoderamento das Mulheres (AWEF, na sigla em inglês) em 2019 com o apoio da Visa Foundation e da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID). O objetivo geral dos projetos financiados pelo AWEF é abordar a lacuna de gênero para financiamento para pequenas empresas em crescimento (SGBs)1 pertencentes a mulheres em economias em desenvolvimento. A primeira rodada de grantmaking, a AWEF Asia, financiou oito organizações de apoio a empreendedores (ESOs) no Camboja, Vietnã, Mianmar, Filipinas, Paquistão e Índia, bem como programas que servem a região como um todo."

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“O relatório “Investimentos de Impacto no Brasil – 2020”, realizado pela ANDE em parceria com a Aliança pelos Investimentos e Negócios de Impacto, o Instituto Clima e Sociedade, a Fundação Grupo Boticário e com apoio da Wright Capital, captura as características do setor de investimento de impacto no Brasil no ano de 2020, com base em uma amostra de 38 investidores de impacto ativos na região. O relatório fornece uma visão geral sobre onde e como o capital está sendo alocado e identifica os desafios que o ecossistema enfrenta, além de abordar temáticas como equidade de gênero, avaliação de riscos e oportunidades climáticas para o portfólio e mensuração de emissões de gases de efeito estufa associadas ao portfólio. Coordenação e análise Pipe.Labo”

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"Este relatório apresenta a segunda edição do estudo “Fintech: inovações que você não sabia que eram da América Latina e do Caribe” que forneceu, pela primeira vez, uma visão consolidada sobre a atividade e o desenvolvimento do setor fintech na região. Ele descreve a evolução e o progresso com relação à medição e análise realizadas em 2017, além de analisar as novas dimensões relevantes para o ecossistema. O primeiro capítulo apresenta uma visão geral do setor na região, destacando a evolução dos diferentes segmentos de negócios e a distribuição geográfica das startups, bem como a situação de desenvolvimento e maturidade do ecossistema. É importante notar que este capítulo inclui novas dimensões, como a situação na América Central, Panamá e República Dominicana, além da abordagem de tópicos como segurança cibernética e mortalidade das empresas. No segundo capítulo, as questões de gênero e fintech são abordadas em três dimensões: mulheres como fundadoras de startups de fintech, mulheres como trabalhadoras do setor de fintech e, finalmente, mulheres como usuárias de serviços de fintech. O terceiro capítulo aborda a colaboração dos diversos atores, como estão organizados e seus principais programas e iniciativas, com ênfase especial nas associações de fintech nos vários países da região. O quarto capítulo discute o potencial do setor de fintech para melhorar a inclusão financeira e o financiamento do setor produtivo na América Latina. O quinto capítulo analisa a evolução da regulamentação e da supervisão, além de apresentar exemplos e avanços nessas áreas. Finalmente, no sexto capítulo são apresentadas algumas conclusões sobre como o crescimento e a consolidação progressiva do ecossistema na região foram evidenciados.

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O termo gestão de talentos pode ser definido de várias maneiras, mas, em geral, se refere aos processos de uma empresa para recrutar, desenvolver e reter funcionários cujas funções têm o maior potencial de contribuição para a vantagem competitiva de uma empresa. Este relatório resume a literatura existente sobre gestão de talentos em SMEs, com foco nas economias em desenvolvimento – sempre que possível – e aponta para lacunas específicas de pesquisa que devem ser priorizadas no futuro.

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Ecossistemas empreendedores compreendem o conjunto de elementos culturais, políticos e econômicos que permitem aos empreendedores iniciar, sustentar e expandir um novo negócio. Embora o conceito de ecossistema empreendedor esteja bem estabelecido, a base de evidências sobre como exatamente os ecossistemas crescem e se as intervenções podem acelerar esse crescimento ainda está emergindo. Este relatório resume as evidências existentes sobre o complexo processo de construção de ecossistemas empreendedores e oferece lições importantes da literatura.

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Com o lançamento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas, o "ODS 8: Trabalho Decente e Crescimento Econômico" tornou-se um grito de guerra para os profissionais que buscam impulsionar o empreendedorismo como meio de desenvolvimento econômico e social. No entanto, embora o conceito de trabalho decente possa parecer direto, definir claramente um “trabalho de qualidade” se mostrou uma tarefa complexa. O relatório primeiro resume como a qualidade de vida no trabalho é definida e mensurada, em seguida, fornece uma visão geral das evidências atuais sobre a qualidade dos empregos em SMEs e, por fim, examina a eficácia das intervenções para melhorar a qualidade de vida no trabalho.

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